Experiências com o GitHub

Para quem ainda não conhece, o GitHub é como se fosse uma rede social para códigos. Construído sobre o sistema de controle de versões GIT, no GitHub você pode hospedar seus projetos de software livre sem pagar nada, até um máximo de 300mb, ou pagar por upgrades. Depois da palestra do Rails Summit do ano passado (2008), fiquei com um pé atrás com o GitHub – afinal, o próprio palestrante (criador do projeto) falou e falou, não disse nada, depois elogiou software livre e no fim, disse que não abrirá o código-fonte do GitHub.

Mas afinal, eu preciso de um lugar para hospedar meus códigos.

Minhas experiências com SVN e Assembla não foram lá muito boas (é um pouco lento, e certa vez meu repositório caiu por algumas semanas, além deles terem deletado um projeto meu sem me avisar). No fim, acabei me rendendo (como tudo, vide Twitter) e criei um repositório para mim – no link http://github.com/mauricioszabo. No momento, hospedei um pequeno rascunho sobre um projeto meu, de converter grafos GML para SVG, e também os plugins para o VIM que eu uso mais (é um saco ter que baixar tudo de novo quando eu vou mudar de máquina). Num post futuro contarei mais sobre esses dois assuntos.

Até agora, pareceu-me interessante o suporte – ele gera uma página principal automaticamente se você tiver um arquivo README na raíz do se projeto. Não experimentei lentidões, e as telas de configuração são simples e tranquilas de se usar. Até mesmo a coisa que eu mais odeio no GIT – ter que definir um certificado SSH – é extremamente tranquila de se fazer. Basta apenas saber se ele vai atender minhas expectativas.

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